sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Eu casei com o Murphy

Dizem por aí que quando você quer algo o universo conspira para que você consiga. Eu digo o contrário: Quando eu quero algo o universo conspira para que não consiga. É inacreditável. Como diz meu amigo: “Alguém lá em cima adora rir da minha cara”.
Eu digo para todo mundo que não quero me casar, e descobri que eu nem poderia mais. Afinal de contas o Murphy já resolveu me desposar. E por mais que eu tente ele é pior que Trident em sola de sapato, não sai nem por decreto. Ele é tão fixo quanto o Sarney no Senado: eterno.
Uma boa prova disso foi hoje, uma típica sexta-feira 13. Sabe aqueles dias que você tem toneladas de coisas para fazer e não pode perder tempo? O pior de tudo é que eu estava realmente com disposição para fazer tudo e descansar no final de semana.
Foi então que a dona energia elétrica resolveu cair. Duas horas sem energia. Quando a CPFL resolveu o problema vejo eu que meu modem não está funcionando, tiro da tomada e nada de voltar. Vou ligar a televisão e descubro que a Net está fora e o melhor de tudo, sem previsão de volta. Mais uma hora e meia depois a dita cuja resolveu voltar.
E aí você visualiza minha cara de choro e desespero. Com tanta tecnologia no mundo eu fui traída justamente por ela. Maldição.
Alias essa não é a primeira vez que isso acontece e me faz crer que eu sou a senhora Murphy. Seja em relacionamento, trabalho, amizade, família. Em tudo eu tenho uma história digna de espanto para contar. E juro, que se não tivesse acontecido comigo eu também não acreditaria. É muito azar para uma pobre pessoa só. Chega ao cúmulo que minha bolacha cai com o requeijão para baixo, em cima de uma barata morta e ainda é levada pelas formigas.
Deu para entender a minha situação não é? Ainda acho que titio Silvio Santos está perdendo um enorme dinheiro em não comprar os direitos autorais da minha vida. Eu seria uma história muito melhor que a da Maria do Bairro ou Maria não-sei-o-que-lá que ele resolve passar. Novela mexicana é meu forte. Juro que a cada situação parecida eu me deparo com as musiquetas bregas dessas novelas; e confesso que eu tenho medo que alguém Jorge Roberto ou qualquer com combinação de nomes tosca se declarar para mim.
E eu não contei o melhor ainda! Começou a festa do Morango dessa bela cidade e com uma qualidade incrível dos shows. E é claro que dá para ouvir tudo, eu disse tudo da minha casa. Durmam com um barulho desses.


Obs.: Eu disse combinação tosca, não tenho nada contra nomes duplos desde que os pais tenham bom gosto.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Como criar um herói de cinema


Rede Globo e Record entraram em uma briga de cachorro grande; e essa briga vai feder mais do que pau de galinheiro de granja. Tudo o que eu ia escrever o Felipe Neto já escrever, e como eu detesto o estilo “mais do mesmo” vou mudar esse post.
Quem gosta de filme já deve ter percebido que o mocinho da história é sempre aquele mais improvável, que acaba surpreendendo todo mundo, ganhando poderes e por fim salva o mundo e ainda fica com a mocinha.


Não é a toa que todo filme (sem exceção) isso acontece, Agora poucas pessoas sabem por quê. Joseph Campbell em O herói de mil faces percebeu que em todas as histórias há um herói e é claro que certamente a narrativa gira em torno de suas peripécias. Observando isso, Campbell desenvolveu uma estrutura de eventos que demonstra que o herói passa por doze etapas que servem tanto para se criar um herói no cinema, quanto nos livros.

Mundo comum – O ambiente em que o herói está situado, o seu dia-a-dia. Pode ser uma sociedade ou uma situação. A vida cotidiana é mostrada antes que ele parta para sua jornada, que será um local novo.
Chamado à aventura – O personagem é posto em xeque quando precisa decidir se enfrenta ou não o desafio que lhe é apresentado. Pode ser algo relacionado à sua vida particular, família, saúde ou trabalho. Este chamado dá o tom da saga e o destino do herói. Em geral, apresenta-se como uma tarefa de grandes proporções.
Recusa ao Chamado – Sair do ambiente seguro não é uma opção aceita com tranqüilidade pelo herói, por isso ele precisa que haja uma força exterior que o guie para que ele prossiga com sua missão, alguém q lhe dê coragem e incentivo para prosseguir.
Encontro com o mentor – O mentor é representado por alguém que possui certa experiência de vida, aquele que vai dar conselhos e guiar o herói. O mentor dará suporte com ferramentas que serão necessárias durante a história. Não lhe dá somente objetos, mas conselhos e informações.
Travessia do primeiro limiar – É o momento em que o herói se convence que tem que cumprir a sua missão. Deixa seu mundo e se aventura no desconhecido.
Testes, aliados e inimigos – Eles aparecem no momento em que o personagem decide sair em busca da sua bem-aventurança. Aparecem por toda a história, a ajudar ou atrapalhar.
Aproximação da caverna oculta – O herói entra em território inimigo, terra desconhecida
Provação suprema – Primeiro encontro do herói com a morte, ele passa por um grande perigo, e pode chegar a um estado de quase morte. É o primeiro embate com o antagonista.
Recompensa – Ao vencer a morte, o herói recebe uma recompensa por sua coragem e determinação. Obtém seu tesouro, aquilo que é o seu objeto de busca. A partir desse momento, passa a compreender melhor o mundo, depois de acumular mais experiência de vida.
Caminho de volta – É quando a missão proposta no início foi completada, e agora o herói começa o retorno a sua terra natal.
Ressurreição – A vingança daqueles a quem abateu. A última prova que o herói é obrigado a passar, apenas para ter certeza de que ele aprendeu as lições da Provação Suprema. Esse é o momento do herói escolher se volta para o mundo comum ou permanece no que recentemente adentrou. Esse é o terceiro ato da história e consequentemente o terceiro limiar.
Retorno com Elixir – O personagem deve levar o Elixir, ou seja, o aprendizado do mundo especial. Ele obteve conselhos de seu mentor, enfrentou situações difíceis, e está pronto para desfrutar de seu sucesso, seja exibindo seu “troféu", provando algo a uma sociedade descrente ou ainda sentir-se em paz consigo e com sua consciência.

Achou isso parecido com algum livro ou filme que você já assistiu ou leu? Pois bem, os arquétipos sempre são os mesmos, só se muda a roupagem. Essa história tem sido contada por vários anos sob diferentes “modelos”.
Agora você sabe, que aquela sensação de “eu já vi esse filme em algum lugar” realmente pode ser levada ao pé da letra.


Em tempo: Eu plagiei um trecho do meu próprio TCC.
UPDATE: Créditos para Thaís Helena Areas Crispim também... hahahaha tá bom assim :)

terça-feira, 28 de julho de 2009

A difícil arte do falling in' Love

Ninguém disse que é fácil. Mas também precisa ser tão complicado? Claro se não fosse assim, qual é a graça? Bom daqui a pouco eu explico.

Depois que a Stephenie Meyer resolveu nos fazer o favor lançar os 4 livros de sua série (Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer); e fez o favor (para nós mulheres) de nos encantar, sonhar e idealizar o ser mais perfeito desse mundo: Edward Cullen. Ok concordo que babar por um personagem de livro é meio assustador e apelativo, mas porque tantas meninas andam falando sobre isso? Porque há tantas comunidades e chats com esse único assunto?
Simples, como eu disse no título, se apaixonar não é fácil e parafraseando Grey's Anatomy, eu queria poder matar quem inventou essa história de happy after ever. Estar apaixonado implica em muitas coisas, que nem sempre são felizes, alegres e meigas como dizem os livros, filmes e contos de fadas.
Aliás, sinceramente, quem inventou o gênero romance deveria estar intuitivamente querendo “foder” com o resto do mundo. Afinal é tão legal viver nesse mundo do faz de conta que quando a realidade bate a porta ninguém sabe o que fazer. E quanto mais os anos passam mais as histórias dos nossos avôs e pais parecem distante da nossa realidade sentimental. Inegável que eu queria ter nascido na época em que os moçinhos brigavam pelas donzelas e faziam juras, serenatas, pediam permissão para namorar e casar, enfim típico conto de fadas.
Certo, as coisas mudam, evoluem, mas precisam evoluir tanto? É assustador ver hoje como os adolescentes se relacionam: “peguei 20 na balada de hoje”. Legal, beijar na boca é bom, é gostoso e eu que não sou de ferro também faço isso. Mas será que ficar só nisso resolve alguma coisa? Ficar por ficar e até namorar por namorar – já que às vezes a desculpa é que se não tem ninguém melhor, vai ele mesmo. As pessoas andam tão desesperadas por atenção e tão carentes ao ponto de que qualquer um “serve” que nem param para pensar naquilo que querem (ou se é isso mesmo que querem).
Já vi muitos se prenderem em relacionamentos por comodismo – que atire a primeira pedra quem nunca fez isso, até eu mesma já fiz. Mas até que ponto isso vale a pena? O medo de ser rejeitado ou de falar o que realmente sente é tanto que acaba por estragar qualquer indício de se apaixonar.
Relatado isso é fácil saber por que tantas se apaixonaram pelo personagem do livro – ou de qualquer outro filme. As pessoas esperam perfeição, romance, entrega; e isso não é mais válido. Ultimamente as pessoas só pensam em si mesmas e fazem o que é melhor para elas; tem medo dos sentimentos e de se entregar.
Numa época em que tantas notícias sobre fertilização em que a figura do homem se torna quase que obsoleta ou os relacionamentos via MSN além desse intuito de ficar por ficar e outros fatores como o egoísmo me faz realmente pensar que as pessoas não se interessam mais em relacionamentos. Será o fim do falling in' Love?


Não goste do amor

Goste de alguém que te ame,
Alguém que te espere,
Alguém que te compreenda mesmo nos momentos de loucura;
De alguém que te ajude,
Que te guie,
Que seja seu apoio,
Tua esperança, teu tudo.

Não goste do amor
Goste de alguém que não te traia,
Que seja fiel, que sonhe contigo,
Que só pense em você,
Que só pense no teu rosto,
Na tua delicadeza, no teu espírito.
E não no teu corpo, nem em teus bens.

Não goste do amor
Goste de alguém que te espere até o final,
De alguém que sofra junto contigo,
Que ria junto a ti,
Que enxugue suas lágrimas,
Que te abrigues quando necessário,
Que fique feliz com tuas alegrias
E que te dê forças depois de um fracasso.

Não goste do amor
Goste de alguém que volte pra conversar com você depois das brigas,
Depois do desencontro.
De alguém que caminhe junto a ti,
Que seja companheiro, que respeite tuas fantasias, tuas ilusões.

Goste de alguém que te ame.
Não goste apenas do amor.

Goste de alguém que sinta o mesmo sentimento por você!


Luiz Fernando Veríssimo.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Comercial

Adoro comerciais criativos. Se bem que ultimamente a mesmice impera entre os publicitários. Mas recebi um vídeo do comercial do Corolla muito bom. Nunca vi o vídeo sendo exibido aqui no Brasil.

Será que esse comercial faria sucesso com o Ronaldo? Ele iria parar o carro?

segunda-feira, 20 de julho de 2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Dia Mundial do ROCK


Tudo começou quando eu ainda era pequena demais para saber em que mundo eu vivia. Um som me chamou atenção. A voz era suava e falava de coisas que eu ainda não entendia, mas sabia que um dia eu iria entender perfeitamente: Chamava-se Legião Urbana.
Depois eu me contagiei com a capa de um CD do Iron Maiden, chamado Fear of the Dark. Apesar de achar a música barulhenta demais, não conseguia parar de ouvir o cd. Depois desse vieram mais dois, que não me recordo o nome agora. Atente que eu sou péssima para nome de músicas ou CDs.
Mas não pense que isso era novidade para mim, afinal de contas eu cresci com meu pai ouvindo Beatles, Pink Floyd, Bee Gees, Creedence Clearwater Revival, Queen e por aí vai (acho que deu para entender). Ele guarda até hoje os LP’s e te digo que as capas eram lindas demais.
Voltando ao assunto: Enquanto eu ainda não entendia isso muito bem, fiquei entre Iron Maiden e os brazucas: Legião, Capital, Paralamas, Titãs. Época boa na qual essas bandas ainda não tinham se tornado comerciais e faziam músicas de protesto. Sim, eu sempre fui rebelde por natureza; segundo minha mãe eu teria sido exilada se nascesse na época da ditadura. Ah, só para constar, minha mãe ouve Elis Regina, acho que estou bem de influências musicais não é mesmo?!
Depois que eu cresci um pouco e comecei a entender melhor as letras das músicas fui me aprofundando e entrando no ambiente mais internacional. Afinal de contas sempre detestei ouvir uma música e não saber o que significa a letra, então o inglês só veio depois.
Foi então que meu mundo se abriu e minha paixão fincou raízes. A partir desse momento eu não tive mais dúvidas. O rock estava e sempre esteve no meu sangue. Momentos de tristeza, alegria, de calma e até para dormir quando bate a insônia. Sim, sou a única que ouve rock pesado para pegar no sono.
E como tenho a certeza absoluta de que nasci na época errada, as preferidas ainda são de bandas que nem existem mais, ou que não são mais tão famosas assim. Não sou crítica musical, mas música boa é música antiga. Detesto essas músicas comerciais e modinhas de dor de cotovelo. Para mim são tudo farinha do mesmo saco, que eu certamente nunca vou ouvir. Apesar de eu ter consciência de que tudo isso não passa de mero fruto da sociedade do espetáculo e da Indústria cultural, mas mesmo assim, ainda me fascina.

Algumas observações sobre o Rock e a indústria cultural:


"O gênero rock foi sendo distorcido pela indústria cultural ao longo do tempo. O rock nasceu do Blues, que por ser música tida como “negra” teve que se adaptar ao público “branco” da época, que estava sedento por um novo estilo. A música ganha força nos anos 60 e 70 e já é visto como fenômeno exclusivo dos grandes públicos. Fats Domino, Chuck Berry, Little Richards são percursores desse movimento musical, que atraia cada vez mais jovens e causava repulsa nos mais conservadores por tocar em temas tido como tabus, como o sexo.
A indústria cultural sempre procurou alguém que conseguisse cativar todas as classes, tanto os jovens quanto os conservadores, sendo assim, tudo foi preparado para a chegada de Elvis Presley. Elvis foi mito por que toda sua carreira foi moldada para agradar o maior número de pessoas, tanto a sua ida para a guerra no auge da sua carreira, quanto sua imagem de “jovem de família”.
Mesmo a dependência das drogas foi usada como artífice para alavancar novos ídolos e conferir um novo conceito ao rock: todo roqueiro é drogado, cabeludo e sujo. Foi a partir desse ponto que a indústria conferiu este estereotipo ao gênero musical. Não é a toa que há sempre um preconceito vigente, uma polêmica. Mas é dentro destes quesitos que a indústria lança novos ídolos, músicas e atrai multidões que procuram “se diferenciar” dos demais.
Por mais comum que seja ouvir em entrevistas de artistas, a pregação pela autenticidade, autonomia nas decisões sobre o que produzir e rebeldia no processo de criação, sabe - se que a direção a ser seguida, caso o objetivo de todos eles seja realmente o sucesso, será sempre determinada pela indústria cultural. Assim como a quantidade de vezes que suas músicas tocarão nas rádios, seus livros serão divulgados na televisão ou seus filmes serão anunciados aos quatro ventos midiáticos. " By me and Tha

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segunda-feira, 6 de julho de 2009

Vida de Jornalista parte I

Peripércias em uma terra desconhecida.
Cá estou eu, no meu primeiro trabalho pós faculdade. Responsabilidade de fazer o fechamento de uma revista sozinha. Ou seja, escrevi, editei, fiz pautas tudo ao meu bel prazer. Medo, sério. Acabei de sair da faculdade e já tenho essa responsabilidade.
Mas graças às aulas muito bem aproveitadas (ou não) eu estou me saindo bem e estou orgulhosa do meu trabalho (afinal se eu não estiver, quem estará?). Parte de construção, decoração e afins, eu confesso que nunca foi meu forte, mas não dá para escolher, concordam? E como eu tenho o pensamento de que se é para fazer algo, faça bem feito; estou me esforçando ao máximo. Vai saber o que me espera ou quem lerá essa revista.

Vamos ao que interessa. Quinta-feira passada eu fui para a sede da editora, em Jarinu, interior de São Paulo. Nunca tinha ido para lá antes, só passei nos limites da cidade quando fui para o litoral norte ou Aparecida do Norte. Peguei o ônibus as 7 da matina. São 50 minutos de viagem. Agora observa bem o que eu vou escrever.
Nesse mesmo tempo eu vou de Jundiaí para São Paulo de Cometa, com ar condicionado e banco confortável. Ok, o Comenta custa R$ 9,00 e o para Jarinu só R$2,60. Outra coisa: Para andar dentro de Jundiaí, eu gasto R$2,50, horas de estresse esperando ônibus que não chega no horário. Sentiram o drama? Compensa mais ir para Jarinu do que andar dentro de Jundiaí. Fica a dica senhor Prefeito de Jundiaí, sim você, possuidor do maior número de cassações ever!
Sem contar que o ônibus morria toda a vez de parar em algum ponto. Não sabia se eu dava risada ou se rezava. Como dar risada é mais prático, eu ri.

Dia andou bem, tirando o fato de a chuva ter derrubado a internet à rádio. Veja minha situação: No fim do mundo e sem comunicação! Desespero total. A notícia boa ficou por parte de que a Feiccad nos disponibilizou finalmente um stand para a feira. Lá vou eu trabalhar na feira por 4 dias! Bom, assim mais gente vê o meu trabalho, certo?
Eu e o diagramador ficamos até mais tarde para adiantar as coisas e o que acontece? Perdemos o ônibus das 20:00, ele saiu adiantado. Mas que raio de ônibus intermunicipal sai adiantado? Ah se eu pego esse motorista.
Fomos até a praça para ver se conseguíamos um taxi, mas cadê? Não tem taxi em Jarinu. Pasmem, acho que os motoristas terminam o expediente as 17:00.
Solução: Eu que não ia ficar presa lá até as 22:00 quando saia o último ônibus. Liguei e solicitei resgate (que se perdeu, só para variar um pouco).

Na sexta-feira tudo ocorreu bem até, fui embora cedo para não perder o ônibus. E por incrível que pareça, Jundiaí faz muito mais frio do que Jarinu. Eu moro na roça mesmo.


Impressões sobre Jarinu: Cidade bonita, o centro inteiro é do tamanho da praça da Sé em São Paulo (só a parte da igreja galera). Dizem quem nos finais de semana o pessoal e a molecada se reúne na praça. Eu me senti naqueles filmes velhos sabem?! E eu reclamo de Jundiaí. Reclamo mesmo... eu poderia morar em São Paulo (revoltada modo off).

PS¹: Meu Deus, na sexta-feira, na volta passei pela Av. 9 de julho com o ônibus e vi uma cena vergonhosa: Fila quilométrica para entrar no recém inaugurado Burger King. Jundiaienses, vocês me envergonham. Fico imaginando quando abrir o Iguatemi, se é que vai abrir. A prefeitura não quer ceder o terreno.

PS²: Obrigado a todos que deixaram recado no meu twitter falando no blog! Minha responsabilidade está aumentando!

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