sábado, 20 de dezembro de 2008

How did we get here? Well, I used to know you so well...

Bom, vamos tirar as teias de aranha desse blog. Nunca pensei que final de faculdade fosse me deixar pior do que a época do TCC...
Enfim, enquanto ninguém decide se me registra ou não, se o novo coordenador fica ou não(?), de toda a zona que se instalou naquele recinto essa semana...
Isso tudo sem contar que eu não preparei meu post de final de ano, isso é, se vai ter post de final de ano.

Estou mais pra lá do que pra cá há algum tempinho já, então me deparo com a cena de um cachorro (sim, o animal, não o homem), postado há quase 2 meses no portão de uma casa. Não há quem faça o animalzinho arredar o pé de lá. Até brigar com os outros cães ele briga, pra nenhum deles chegar perto. O motivo: uma singela cadelinha.
Aí você lendo me pergunta: E?

Pois é, eu parei e pensei: “porra, esse bicho aí, irracional(?) faz todo esse sacrifício por uma cadelinha e os seres-humanos(?) nem pra fazer nada pela outra pessoa... Há alguma coisa errada com o mundo".
Porque é tão difícil as pessoas se respeitaram, gostarem uma das outras sem só olhar para o maldito umbigo? Porque eu tenho a sensação que a cada dia mais até os animais estão mais humanos que nós?!
Esses dias eu descobri que uma pessoa se achou a última bolacha do pacote porque ele me provocou, eu gostei e dei bola. Ah, vápraputaquepariu né amigão. O que foi, só o gostinho de ter alguém pagando pau pra você é?
Pra que fazer isso? Vai te levar à algum lugar, ou é somente pra inflar o ego? Não pode me ajudar, ótimo, fica na sua. Se não me quer, não me provoca inferno. Eu não sou palhaça pra servir de degrau pra ninguém não. E ainda por cima a pessoa acha que eu não tenho o direito de ficar brava com ele.




Esses dias saiu uma pesquisa de que filmes românticos acabam com relacionamentos. Pode ser, mas custa parar de sacanear a pessoa e ser gente? Num vai doer, nem aleijar.
O mundo dessas histórias românticas não são nada de extraordinário, basta um pouco de colaboração das partes.
As pessoas dizem que eu estou solteira porque eu quero. É e não é verdade. Poxa, não vou namorar nenhum Zé-ruela por aí pra depois me estressar. E quem eu realmente gosto ta pouco ligando pra mim.
O pior de tudo é que eu sempre tenho umas recaídas... essa semana foi uma, espero que passe!



Deve ser por isso que livros como Crepúsculo (nunca ouviu falar? Joga no Google amor) fazem tanto sucesso. Não tem o estereótipo da perfeição. A moçinha do livro é alguém comum, que erra, que faz loucuras.
Alguém como todo mundo, mas que tem um final feliz...

Claro que eu nem vou mencionar o moçinho, que é a perfeição em pessoa, algo com que todas as mulheres sonham, mas que o homens não estão muito preocupados em ser, porque já que elas não querem, tem sempre alguma que quer eles... Qual é a graça nisso tudo afinal? Será que as pessoas sentem realmente prazer em ser assim? Será que ninguém queria ser Edward Cullen ou Bella Swan de alguém? É tão injusto existir um livro tão perfeito, sem ninguém que realmente presta antenção ao que ele quer dizer.

É duro ter que admitir que algumas pessoas nunca terão seu happy end. Mas acho que chegou minha hora de dizer isso e procurar um zé-ruela, afinal de contas: "The best thing you can do is find a person who loves you for exactly what you are. Good mood, bad mood, ugly, pretty, what have you. That's the kind of person that's worth sticking with." By Juno, the Movie


Gravity
Sara Bareilles

Something always brings me back to you. It never takes too long.
No matter what I say or do I'll still feel you here 'til the moment I'm gone.
You hold me without touch. You keep me without chains.
I never wanted anything so much than to drown in your love and not feel your rain.

CHORUS
Set me free, leave me be.
I don't want to fall another moment into your gravity.
Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.

You loved me 'cause I'm fragile. When I thought that I was strong.
But you touch me for a little while and all my fragile strength is gone.

CHORUS
Set me free, leave me be.
I don't want to fall another moment into your gravity.
Here I am and I stand so tall, just the way I'm supposed to be.
But you're on to me and all over me.

I live here on my knees as I try to make you see that you're
everything I think I need here on the ground.
But you're neither friend nor foe though I can't seem to let you go.
The one thing that I still know is that you're keeping me down.
You're on to me, you're on to me and all over...
Something always brings me back to you. It never takes too long.

Um comentário:

Penélope disse...

Muito lúcida sua postagem. Eu mesma já me peguei fantasiando meu homem ideal muitas vezes: o que de certa forma, me fez perder boas chances por aí.

Mas é errando que a gente aprende, né?
Feliz natal, um beijo!

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