sábado, 18 de outubro de 2008

Sempre qualquer coisa, menos namorada.


VESTIDA PARA CASAR (27 Dresses)



Jane (Katherine Heigl) é madrinha de vários casamentos, mas nunca encontrou seu verdadeiro amor. Ela vive um verdadeiro pesadelo ao saber que a irmã ficou noiva do homem dos seus sonhos. Mas o casamento dá a ela a chance de conhecer o homem que pode mudar de vez sua condição de ser sempre a madrinha.

Elenco: Katherine Heigl, Brian Kerwin, Peyton List, Brigitte Bourdeau, James Marsden, Alexa Gerasimovich


Pois é crianças, acabei de assistir esse filme. Gostozinho de assistir, por sinal. Só não gostar do final. Alow Hollywood, a vida não é conto de fadas, pare de enganar as pessoas!

Andei pensando no filme. Como diz aquela comunidade do Orkut “Bonzinho só se fode”. E não é que tem toda a razão. Você está lá, sempre fazendo o que é certo, o que o manual da sociedade manda. Estudando, tirando notas altas. Depois vem o trabalho (não aquele que você quer, mas o que dá dinheiro, pois aos olhos dos outros só isso importa. Foda-se se você é feliz ou não). Logo depois você tem que casa, ter filhos. Pronto. The end. Acabou sua vida.
E o que acontece quando você faz isso: Nunca vive, perde as oportunidades e ninguém reconhece nada que você faz. Sempre é passado para trás por alguém que não tem medo de se arriscar.
Então, você acaba que nem a Jane do filme. Vê todos felizes, mas não é feliz. O homem que gosta nem sabe que você existe, porque ele sempre te olha como a melhor amiga/confidente/cupido/anjo da guarda/etc.
Até que um dia, isso se você tiver sorte, aparece um cara. Um ser que vai contra tudo o que ela gosta. Então acontece o óbvio: Brigas. Brigas e mais brigas. Nunca entendi o propósito que nós temos de começar um relacionamento assim. Num faz nenhum sentido. Mas esses são os melhores relacionamentos ever!

Esses dias eu estava lendo no Corporativismo Feminino (http://corporativismo-feminino.blogspot.com/) um post sobre Antes mal-acompanhada que solteira (http://corporativismo-feminino.blogspot.com/2008/10/antes-mal-acompanhada-que-solteira.html). Acho que eu faço parte das estatísticas que seguem o ditado ao contrário. Poxa, nunca gostei de conflitos, sempre achei que relacionamentos só valem a pena quando as duas pessoas estão empenhadas. Tenho horror no comodismo que algumas pessoas se habituam. Namorar por namorar, ficar por ficar. Será que vale mesmo a pena? Poxa, as vezes eu quero apertar o foda-se e namorar o primeiro que me aparecer. Mas eu não consigo fingir.
Enquanto eu não resolvo esse meu problema, eu fico que nem a Jane, esperando pra alguma alma caridosa me salvar...

(*) Essa semana eu vou surtar.

(**) E não, decididamente eu não entendo os homens.

(***) E sim, eu sempre fui qualquer coisa para aqueles homens que eu gostei, menos... you know

Um comentário:

francisco disse...

Olá, gostei muito do seu blog. Ele é muito bom.

Parabéns!

Um abraço

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